Resenha: Lead – Kylie Scott

E, por fim, enquanto ainda não temos Deep, temos que nos contentar com Lead sendo nossa última resenha aqui no blog. Mas não fiquem tristes, logo tem mais resenha por aqui  para sanar aquela ressaca literária.

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Jimmy Ferris, irmão mais velho do David, o maior problema da banda, vocalista, problemático, lindo e talentoso, além de ter passado um bom tempo em reabilitação para drogas e alcool.

Aparentemente, Jimmy parece ser indiferente, chatão, que não está nem aí com o coração das pessoas. Na verdade, a história dele é uma das mais pesadas dos três livros que compõe essa série. Um tema recorrente na vida de integrantes de bandas, sabemos qual foi a trágica história de Kurt Cobain e muitos outros astros do rock que enfrentaram uma barra por conta do vicio. Ficamos apreensivos quando lemos algo como Lead que nos mostra exatamente como é encarar os fatos, um pouco dessa realidade. Talvez não totalmente igual, mas uma parte, uma pequena parte que faz com que Jimmy se mantenha na sua, se afaste, fale pouco, não se relacione. Aos poucos vamos descobrindo que esse personagem tem coração sim e não é de Lead que criamos essa percepção, mas sim de Lick.

Temos Lena como sua assessora ou conselheira que mantém Jimmy nos trilhos, ela começa a conhecer um pouco mais dos por quês de Jimmy, pela convivência entre eles, eles passam a se abrir mais um com o outro e criando um relacionamento de guerra e paz, desordem e ordem, tudo ao mesmo tempo e misturado que faz com que eles criem uma ligação forte a ponto de se apaixonarem. Mas Jimmy parece não estar pronto ou não querer assumir por medo, e a todo custo faz com que Lena tente se interessar por outros homens, o que claro, não da certo, até por que, Jimmy ou sempre está com ela nos encontros ou está morrendo de ciúme.

A princípio, Lead não me conquistou muito, foi do meio do livro pro final que comecei a apreciar mais Jimmy, além de ver os problemas que ele enfrenta com a mãe viciada que faz um estardalhaço o acusando de algo que ele não é.
A primeira cena do livro é, logo de cara, chocante, pois retrata o funeral da segunda mãe de Jimmy e David, a mãe de Mal, Lori. Ela os abrigou, cuidou deles, deu apoio, comida e o que vestir e Jimmy esta fora de controle, pois teria que falar no funeral e estava completamente perdido, além de triste. Foi nesse primeiro momento que ele e Lena tiveram um contato, foi quando Jimmy a abraçou e disse que sua mãe estava o ameaçando. Então pós funeral, a mãe de Jimmy apareceu fazendo cena.
Se eu pudesse dizer, com toda precisão do mundo, qual cena mais me chocou, foi esta! E o meu pensamento foi o seguinte: como um homem lida com isso? Então a história deste membro da banda é um pouco complexa, além das traições, as bobeiras e erros que o assombram, o abandono, a falta de apoio. Lena é a única pessoa que, por amor, queria desistir, e por amor, ficou até o final.

Acho que, uma das características de Kylie, além de construir personagens problemáticos que resolveram a vida, é construir personagens fortes, que sabem o que querem, o que não querem e dão conta do recado.

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Se eu pudesse dizer o que acho de Jimmy Ferris, diria que ele é um maldito bipolar (rsrsrs), mas vemos que ele só tem medo de pisar firme no chão. Não apenas Jimmy, como Lena também tem medo de seu coração ser magoado. Esta, é uma outra personagem que teve de enfrentar traições de pessoas muito próximas que ela amava e se importava e vemos ainda, que isso é algo que a machuca e não está resolvido.

No geral, não tenho muito o que dizer ou reclamar da leitura, eu só achei que ela poderia ter se desenvolvido mais e tido um final mais impactante e menos cliché, embora tenha gostado mesmo assim. E não desisti, ainda estou sedenta e quero ler a conclusão da série, Deep. Afinal, estamos falando de 4 membros de uma banda mais que famosa.

Lead também é sexy, o que diferencia é a falta de alcool e drogas, mas não deixa de ser interessante e nem hot, uma vez que, a provocação sempre está presente entre Jimmy e Lena.

“Seus lábios se abriram um pouco e ele se manteve rígido, deixando-me assumir a liderança. A expressão hesitante em seu rosto diminuiu até se parecer com curiosidade, seus olhos foram se fechando gradualmente.

-Obrigada. -Eu passei meus lábios nos dele, bem de leve -Você tem uma boca tão bonita, Jimmy, e seus lábios são tão quentes e macios. -Ele fez um barulho como aviso. Achonquenfoi bom. -Eu estava morrendo de vontade de te beijar.

Nossos narizes bateram um no outro e eu sorri, mudei a inclinaçâo do meu queixo e continuei. Abri meus lábios um pouco, beijando seu lábio superior mais e mais. Podia sentir sua respiração contra o meu rosto e sua barba na minha pele. Eu queria afundar inteira nele, conhecê-lo por dentro e por fora. Eu queria proteger e estimar, incentivar e amar. Muito lentamente ele se inclinou, se aproximando, me encontrando no meio do caminho.”

Chega até ser engraçado certas cenas do livro como Lena tentando arrombar a porta do quarto do Jimmy e torcendo o pé. É cômico por que Jimmy está na pior e só por que ele conseguiu arrombar a porta dela numa tentativa dela de ignorá-lo, ela acha que pode conseguir o mesmo e isso acabou bem ruim.

O nosso Dave passa a ser mais presente e preocupado, ele tem um crescimento secundário dentro do livro, mas sempre presente, costumo dizer que a força motriz é sempre David e Ev, eles são como monarcas, estão sempre preocupados e sempre dando conselhos aos amigos e tentando ajudá-los. E isso tanto com Lena quanto com Jimmy e só o fato deles se preocuparem com ambos faz com que os amemos ainda mais. E sabemos, isso não é só com Lena e Jimmy, foi também com Anne e Mal em seus piores momentos em Play. Se não fossem tão jovens, eu diria que David e Ev são os pais preocupados dos integrantes da banda. Mas afinal, todos eles são uma grande família.

E pra finalizar, deixo mais uma música para acompanhar na leitura de quem se interessou por toda a trilogia e vai mergulhar nas loucuras de Stage Dive, e realmente, você vai rir a beça, vai sentir raiva, vai se apaixonar e até mesmo chorar em certos momentos,  mas vai amar cada partezinha, cada detalhe. Eu espero que tenham gostado, que tenham chego até aqui e agradeço com o coração eufórico por estarem acompanhando. Um grande beijo ❤

Resenha: Play – Kylie Scott

Depois de quase engasgar com a leitura e todos os desafios e sentimentos proporcionados por Lick, já era hora de se entregar novamente a leitura de Play. E vou dizer, fica melhor!!

Na verdade, Play foi o primeiro livro da série Stage Dive que eu li, embora ele seja o segundo volume. Eu nem me lembro direito como conheci esse livro, provavelmente estava xeretando o Kindle e apareceu como recomendação, e como a capa é sexy eu fui logo de cara seduzida, por que não é possível, toda vez que olho para as capas da trilogia, é como se fosse a primeira vez, o primeiro beijo (rsrsrs). Mas explicando um pouco melhor, quando conheci Play eu nem imaginava que se tratava de uma trilogia, e achei incrível que a leitura dos livros seja individual, ou seja, não se precisa ler o primeiro volume para prosseguir logo para o segundo. Então de imediato me apaixonei, isso foi meados de maio ou março, não me lembro agora, e não fiz a resenha antes por que queria ter o livro em mãos para fotos, trechos mais precisos e afins. O que demorou um pouco, pois só fui comprar os livros na Bienal.

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O principal motivo pelo qual Play é meu livro favorito de toda a série deve-se ao fato de que simplesmente sou contagiada pelo o humor de Mal Ericson e a sua relação maníaca com Anne Rollins. Inclusive dei o nome dele para o meu peixe betta 😀

A história do livro basicamente se trata do baterista mais famoso do mundo, Malcolm Ericson que precisa de uma namorada de mentira por algum motivo que o tem agoniado, o que gera preocupações dos caras da banda. Anne Rollings precisa de dinheiro (eu também, gata) por que sua “amiga” que dividia o apartamento a deixou sem dizer nada e do nada. Então, Lauren, a amiga de Ev, e Nate, o irmão de Ev, a convidam para uma festa no próprio apartamento de Ev. E nisso, Mal e Anne se conhecem, Mal fazendo graça, dizendo que vai morar com ela, rolando com ela no chão do nada, falando que ela é sua garota e Anne não acreditando numa palavra sequer. Afinal, estamos falando de Mal Galinha Ericson. E pra varias, Anne é uma grande fã da banda e principalmente de Mal. E para a surpresa da garota, Mal realmente cumpre com a sua palavra e uma história entre os dois começa a se desenrolar.
Temos também o Reece, que é o chefe de Anne, que ela sempre gostou e nunca deu bola pra ela até se deparar com Mal habitando o apartamento da garota. E uma coisa que reparei muito nessas duas ultimas leituras: Kylie adora criar personagens problemáticos, e isso se aplica tanto a personagens femininos quanto masculinos. O que torna a coisa toda especial, por que eles se entendem e convivem juntos, se ajudam e se apoiam a medida do possível. Brigam, mas acima de tudo se amam.

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Dois gatos em uma foto só =^.^=

Muito bem, vamos lá, como eu disse antes, a história é cômica por conta do humor de Mal, ele é sempre alegre, o modo como ele fala é sempre engraçado e o jeito como ele faz as coisas, típicas de um astro. Embora algumas desagradem Anne quando o relacionamento deles começa a ficar mais criterioso, vamos dizer assim. Mal também sempre está fazendo algumas loucuras e, Deus, esse homem é louco, maníaco, doido, tudo o que ele tem direito de ser chamado, além de bom ❤

“Por sorte, a chuva parara de cair. David se aproximou de novo, ajudando Mal a chegar até o Jeep, encostando-o na lateral. Um dos Escalades reluzentes estava estacionado ali perto.

-Cara, onde você colocou a chave? -David perguntou, enfiando a mão nos bolsos de Mal.
-Puxa, Davie. Eu estava guardando isso só pra Anne.
-Não estou interessado no seu pau. Onde está a chave do seu carro?
-Não me entenda mal, cara. Eu te amo, mas não desse jeito.”

Em relação a Anne, eu facilmente consigo imaginá-la, ela é uma garota que trabalha numa livraria, sustenta a irmã na faculdade e tem um grande problema quando se trata da sua mãe alcoólatra, e a todo momento ela tenta superar, perdoar. Anne está em crescimento, ri das piadas e das atitudes de Mal e acima de tudo, se preocupa com ele, tenta arrancar dele passivamente o que o chateia e aos poucos eles vão se entendendo a modo que um saiba que o outro se importa e isso é importante. Anne é forte!

“Que par a gente formava. Às vezes, parecia que precisaríamos de um milagre para fazer aquilo funcionar. Mas o meu costumeiramente precavido coração já estava comprometido.

-Obrigada. -Apoiei a mão no peito dele. -Não precisa se preocupar com Reece.
-Eu sei, eu sei. Ele não é nada comparado com a minha magnificência. -Seus dedos afagaram os meus e os olhos brilharam. -Mas, só por curiosidade, como você se sentiria com o meu nome tatuado na testa?”

E o mais legal de tudo é que, os caras da banda se entendem como família e tanto Ev quanto Anne e até mesmo Lena que é levemente mencionada em Play, fazem parte desta família. E eu começo a imaginá-los realmente como uma família que se entende, q ue não importa as besteiras que façam, ninguém vai ligar e vai simplesmente rir e pensar: é assim mesmo, é exatamente assim que fazemos. Então, Play nos traz mais um pouco da familiaridade e é como se fosse uma porta aberta para nos sentirmos em casa.

“Mal e David passavam bastante tempo juntos, já que Ben e Jimmy iam e vinham entre as casas deles e os nossos apartamentos. A família Stage Dive nunca sequer piscou com a minha inclusão, algo pelo qual sou extremamente grata.”

Querem mais pontos positivos? Então vamos lá!

Além da capa #hot, aliás, hot de todos os livros, criativa, chamativa e linda, as páginas tem uma textura fina, levemente amareladas, a leitura é carregada de bom humor, é rápida e fácil. São 319 páginas de perdição, alcança todas as expectativas, e como dito na resenha de Lick, que garota nunca sonhou se ver com seu astro do rock? Então é delirante, emocionante e Kylie trabalha muito bem quando se trata em escrever e descrever, essa mulher não tem vergonha e nem pudor! Acho ótimo!

Um único pontozinho negativo que me incomodou durante toda a leitura é que os cabelos de Anne são descritos com tom de cenoura. Na tradução livre do pdf que li no começo do ano, Mal a chamava de Abóbora (o que faz mais sentido) e na tradução da editora ele a chama de Moranguinho (o que não faz sentido nenhum). Então, isso me incomodou muuuuito e toda vez que lia Moranguinho eu automaticamente corrigia a editora, mas nada com que eu não possa conviver ou sobreviver. Esse livro pra mim ja é 5 estrelas e com certeza o leria de novo, é um dos livros dos quais nunca vou enjoar e recomendo. Então leiam, essa leitura é obrigatória aos meus leitores ❤

E, antes que eu finalize esta resenha, uma música ao nível de Play (pra quem gosta) para acompanhar na leitura:

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De praxe, um grande beijo pra vocês que tem acompanhado todos os nossos posts aqui, um bom restinho de semana :*
Caso eu dê uma leve sumida é por que meu computador está dando pane e não concertei, mas não deixem de esperar por mais, estamos aqui. Vocês podem interagir comigo e com os outros colunistas pelo nosso twitter, nosso instagram e a fanpage do facebook ❤

Resenha: Lick – Kylie Scott

A princípio, quando comecei a ler Lick, eu estava com a expectativa correndo pelas minhas veias impressionantemente, e posso confirmar, embora tenha sentido muita raiva do Dave por uma certa parte mais pro fim da leitura, eu amei, cada pedaço, cada linha. E, além de tudo, amigo leitor, eu devo dizer que, a Ev é como a mãe do restante da sequência, ela é bem presente e preocupada com os amigos. Lick é o começo de tudo, e que começo hein?!

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Bom, o que falar? Lick é uma mistura de loucura, uma dose de adrenalina e muita bebedeira em Vegas com direito a casamento e tudo. O que torna a trama do livro divertido é justamente a confusão feita em torno dos acontecimentos. Como uma garota normal, que segue os planos da família, acaba casada com o astro do rock mais bonito, mais talentoso e rico do mundo e acaba famosa no dia seguinte e bajulada pela mídia? Quem nunca sonhou algo parecido com o seu cantor, guitarrista, baterista, enfim, favorito, que atire a primeira pedra.

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E o gatilho inicial pra isso tudo é que simplesmente Ev está fazendo 21 anos e quer comemorar em grande estilo, ela e a amiga Lauren vão para Vegas e o impossível acaba acontecendo: Ev acorda na manhã seguinte passando mal da bebedeira e casada com David Ferris, guitarrista da banda Stage Dive. Totalmente atormentada pela mídia, pelos fãs loucos e tudo o que a fama pode proporcionar a uma pessoa que não está acostumada com atenção. Ev tem o nome de David tatuado na bunda glúteo, e David o nome de Ev no antebraço como um símbolo forte e a mostra.
Eu acho que estou enfatizando a ideia, mas é realmente engraçado e aos poucos vamos descobrindo exatamente o que aconteceu na noite em que ambos decidiram se casar, pois Ev não se lembrava de nada e isso parecia (obviamente) deixar Dave chateado, já que ela também o cobrava a respeito. Eles acabam por optar pelo divórcio logo de início, Ev é atormentada pelos advogados e Dave, sendo salva no final por Mal, o baterista da banda que acrescenta em Lick um pouco do seu humor e de sua verdadeira personalidade. Guarda essa informação, pois falaremos dele na próxima resenha ❤
Então, Ev e Dave acabam por passar um tempo em Monterey numa casa de Dave, longe de qualquer paparazzi ou jornalista e ali, eles acabam se redescobrindo. Ev, que tem um grande sentimento por Dave, e Dave que nunca tinha tanta certeza quanto a se casar com Ev. Mas a história que envolve a casa, os brincos de Dave e uma fofoca de Lauren a respeito da primeira namorada dele tê-lo traído faz com que Ev sinta-se desconfortável e sem saber onde pisar.

“Só se consegue cantar “I Will Survive” determinado número de vezes antes de sentir vontade de se esganar.”

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Enfim, ao decorrer da história veremos uma grande evolução de Ev e Dave, um forte acontecimento que fica difícil de Ev perdoá-lo, mas que aos poucos vai se provando o quanto se amam e o quanto estão dispostos um pelo outro. Ev até mesmo sai da zona de conforto imposta por seus pais e resolve seguir sua vida do seu próprio jeito e ao lado de Dave, sem se importar com nada. Afinal, não era esse o plano inicial?

E eu devo dizer, o que mais amei em Lick foi toda a linguagem que Kylie usou, tornando-a sempre divertida, relaxada, fácil e fazendo com que eu não desgrudasse nunca os olhos. Essa leitura durou cerca de 4 dias e atendeu todas as minhas expectativas. E embora você não precise ler os livros na sequência (assim como eu fiz), você tem que saber que, alguns mínimos detalhes poderão revelar spoilers.
Eu havia comprado toda a trilogia na estande da editora Universo das Letras na Bienal, então dos 10 livros que comprei lá, esse foi o primeiro que li, e a única forma de eu não ter me matado por ter acabado é que eu definitivamente já havia começado a ler Play no mesmo instante e isso se aplicou ao Lead também, quando terminei Play. E vale lembrar, cada livro se trata de um personagem que compõe a banda. Os risos foram muitos, as cenas quentes são bem trabalhadas e Ev é com certeza uma personagem mulher forte e adulta, ela nos faz pensar que, às vezes a nossa inconsequência pode ser uma bênção, ela literalmente saiu do casulo e eu a adorei. Todos os personagens são bem construídos, embora o foco de cada um fique em cada livro da saga, mas eles nos dão noção do que virá depois de Lick.
Espero que vocês também gostem, pois essa trilogia entrou pro meu ranking de 10 livros favoritos ❤

E pra finalizar, uma música da minha banda favorita para acompanhar nessa delicia de leitura. Um beijo pra quem fica e uma boa leitura a todos 😉

#HappyBDay Estação Imaginária!!

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Há exatamente um ano uma ideia se iniciava, com tantos exemplos de como se criar um nome. Com tantas opções a serem escolhidas.

Então nasceu o Estação Imaginária, que tem como inspiração a ideia dos pensamentos serem transportados como trens rodoviários para uma ida sem volta aos confins da imaginação. Afinal, esse é nosso lema. Trabalhar a criatividade, os textos, os poemas, as dicas, as fotografias, tudo o que amamos e só pôde ser possível neste um ano com o apoio de todos que tem nos acompanhado. E agradecemos, claro, com muito carinho e orgulho por termos sobrevivido no nosso primeiro e pequeno ano. Ainda somos um bebê.

Chegamos até aqui, e agora não tem mais volta!!

Pra esse um aninho de vida do blog, desejamos mais livros ❤ queremos mais força, mais amor ao que fazemos, mais inspiração, mais criatividade. Tudo que alegre os rostos dos nossos queridos leitores. Queremos que vocês, mais uma vez estejam conosco por que sozinhos estamos apenas sozinhos.

Foram inúmeras as nossas realizações, cada mês superávamos uma meta. Cada livro lido, cada resenha escrita, nosso primeiro sorteio de mil seguidores no instagram, toda a atenção que temos recebido com carinho e esmero, e somos tão gratos por isso, a criação do Expresso Imaginário onde divulgamos todas as histórias que compomos para ser mais um meio de entreter nossos leitores. É claro que, ainda falta mais, ainda há trabalho a fazer, mas com tudo o que realizamos somos imensamente felizes. E somos gratos, ainda mais pelas pessoas que se submeteram a trilhar esse mesmo caminho e trabalhar conosco dando forma a esse conjunto: Maria Fumaça do Estação Imaginária.

Sem todos vocês, nossa pequena estação rodoviária nunca funcionaria!

O nosso muito obrigado ❤

A equipe!!

Resenha – O Bicho-da-Seda (Robert Galbraith)

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Olá mais uma vez! Bom, depois de O Chamado de Cuco, vamos falar de O Bicho-da-Seda, do mesmo autor, Robert Galbraith, pseudônimo de J. K. Rowling. Pra quem leu o primeiro volume da história do detetive Cormornan Strike, já sabe que J. K. se mostrou um gênio em um dos meus estilos favoritos: romance policial. Antes de mais nada, já sabe, daqui pra baixo pode conter spoilers. A escolha é toda sua!

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