Shadow

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Por que alguns sonhos sempre voltam? Como que para nos alertar de algo que desconhecemos, ou nos lembrar de algo sombrio? Talvez martirizar nossa alma do que somos ou que fizemos no passado. Mas a questão é: por que eles se repetem? O que querem de nós? Seria apenas uma brincadeira do nosso subconsciente com o nosso medo? Uma brincadeira de mau gosto, pra variar. Algo para se deixar evidente em nossa alma de que esta la e não vai sair por vontade própria, algo que nós mesmos devemos aprender a lidar ou encontrar uma forma de expulsar. Contudo, nada é fácil, por que o que nos atormenta, o nosso demônio interior, que nos faz acordar suados no meio da noite e ofegantes em nosso torpor no escuro, nos conhece melhor do que nós mesmos se quer um dia imaginamos. E reconhece todas as nossas emoções mais variadas e escondidas, uma armadura, emoções puras e esquecidas. E lutamos por isso, por que conviver consigo mesmo é o pior pesadelo de um assassino, o assassino de si mesmo.

Foto: Pinterest

Conheça os livros que ganharão as telonas em 2017

Você sabe quais livros serão adaptados para o cinema em 2017? Pois bem! O Estação Imaginária traz uma lista de alguns livros que ganharão as telonas neste ano.

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Leituras do mês de Janeiro e Fevereiro!!

Começando o ano com duas super leituras de capas cheias de impacto e chamativas. Pra quem não se lembra, esses foram livros que comprei na linda e maravilhosa #bienaldolivro2016.

“Ah, mas você é tão lerda, ainda está lendo a pilha gigante e obscena que você comprou lá” – Pois é né kkkkkkk isso eu realmente admito, mas não posso fazer nada, afinal, eu compro mais livros do que realmente consigo ler, e acho que, não sou a única dentre os leitores viciados e apaixonados que sofre esse descaso.

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Pra começar bem, eu escolhi uma leitura nacional e uma estrangeira, pra não ter desigualdade. A grande maioria dos leitores sentem um pouco de receio ou são totalmente contra leituras nacionais de novos escritores ou escritores jovens como é o caso da Miss Nick e a Bettina Winkler, a dupla escritora de Grim Reaper. Na Bienal, ainda tive a oportunidade de conhecer a ambas e ter um cartaz e o livro autografados.
Até onde li, a história tem se mostrado exótica e interessante, embora um tanto cliché que poderia ser melhor aproveitado ou trabalhado.
But, leituras nacionais não são ruins e muito menos perda de tempo e dinheiro, basta tentar olhar com outros olhos e ter vontade. Eu ainda estou em fase de quebra desse esteriótipo de que tudo que é nacional é sinônimo de ser ruim e eu recomendo o mesmo a vocês.

De quebra ainda embarquei na leitura de V.C. Andrews, e eu não vou mentir que o que me chamou mais a atenção foi a capa misteriosa e chamativa. Porém, ao decorrer da leitura, fui sentindo que todas as minhas expectativas da sinopse eram muito erradas, esse livro me surpreende a cada página e fiquei ainda mais surpresa por saber que há um filme que conta a história de O Jardim dos Esquecidos. A história não é assustadora, mas as circunstâncias pela qual ela passa são, e a realidade do livro é algo tão absurdo que mexe com a cabeça e o coração de quem está lendo.

De qualquer forma, não darei muitos detalhes, apenas que ambas as leituras estão sendo mais lentas e a seu grosso modo interessantes. Vamos esperar por resenhas em breve, sim ou claro? 😀

Opala em Pré-Venda 😱😱😱😱

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E pra quem não soube da novidade da #EditoraValentina e estava aguardando horrores de tempo (como eu), já pode ficar tranquilo, o terceiro volume da #sagalux, Opala, já está em pré-venda e o livro pode ser encontrado pela Amazon e Saraiva.

Sinopse:

“Ninguém é igual ao Daemon Black. Quando ele prometeu que iria provar seus sentimentos por mim, não estava brincando. Nunca mais vou duvidar dele. E agora que conseguimos finalmente aparar nossas arestas, bem… Tem rolado muita combustão espontânea. Mas nem mesmo ele pode proteger a família dos perigos de tentarem libertar aqueles que amam. Depois de tudo o que aconteceu, já não sou mais a mesma Katy. Tornei-me uma pessoa diferente… E não sei bem o que isso vai significar no final. Quanto mais nos aproximamos da verdade e nos colocamos no caminho da organização secreta responsável por torturar e testar os híbridos, mais me dou conta de que não existe limite para o que sou capaz de fazer. A morte de um ente querido continua afetando a todos, a ajuda surge do lugar mais improvável, e nossos amigos irão se tornar nossos piores inimigos, mas não podemos voltar atrás. Mesmo que com isso estejamos arriscando destruir nosso mundo para sempre. Juntos somos fortes… e eles sabem disso.”

Espero que tenham gostado da novidade 😀
Não deixem de reservar ❤

Resenha: Beijada por um Anjo Vol.1 – Elizabeth Chandler

Quando comecei a ler Beijada por um Anjo, livro que já vinha desejando desde muito tempo e, por pura sorte, o encontrei num sebo perto de casa para trocar com uma pilha de livros que tinha, eu não botava realmente muita fé. Foi um livro rápido, eu demorei apenas dois dias para ler, mas que me deixou com aquela pulga enorme roendo minha orelha. Não posso afirmar que de longe foi o melhor livro que li na minha vida ou que é meu livro favorito daqui até a eternidade. Mas ele me agarrou de uma forma que agora estou frenética para saber mais.

No começo, parecia só uma besteira com anjos, uma crença idiota da protagonista, nada parecia ter ligação direta com anjos e coisa e tal, por isso achei meio sem graça e cara de Fallen. Não, definitivamente Fallen é melhor. Esse era meu pensamento até quando comecei a ler Hush Hush e veja só agora, Hush Hush é minha série favorita no tema. E, embora eu goste de Fallen, eu não consigo dizer que é melhor que Hush Hush, embora a história dele fale sobre reencarnações, karma, maldições e tudo o que faz de Fallen o Best Seller mais famoso no tema e o favorito de todo mundo. Não me julguem por preferir Hush Hush. É por que simplesmente o Patch é diferente de qualquer outro protagonista (tirando o Noah – A Desconstrução de Mara Dyer – e o Daemon – Obsidiana).
Mas, bem, essa não é uma resenha ou crítica sobre as duas sagas, né? Então vamos falar sobre Beijada Por Um Anjo, pow!

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A história é bem simples, logo de cara quando você inicia a leitura você começa a se perguntar: por que raios o livro se chama beijada por um anjo se só tem a crença de Ivy como ponto de referência?
Meu caro leitor, você vai ter uma base no final deste livro para o próximo (talvez, por que não li ainda os outros volumes, mas pela sinopse já da pra ter uma noção). E não é que eu não queira explicar, mas eu não posso explicar sem revelar spoilers, embora a sinopse em si já dê alguns spoilers pesadões. Mas não desistam desse livro, ele é um amorzinho, você logo vai se apaixonar por Tristan e perceber como é impossível um cara assim existir e como o amor dele e de Ivy é um amor livre. A leitura é leve, não é demorada, demorei apenas dois dias pra ler, pois ele tem as letras um pouco volumosas, a capa dele é super simples e aquilo que eu chamo de: menos é mais! Além das páginas amareladas que eu amo. Não sei se porque peguei no sebo ou se já é assim mesmo, mas quem me conhece sabe que, pra mim, esse é o ponto principal para um livro me conquistar. Não é nem a capa ou a sinopse, mas sim as páginas amareladas. Dá pra entender? Não, obviamente que não kkkkkkk #coisasdeleitora.

“-Anjos  de luz, anjos queridos, cuidem de nós. Cuidem de quem mais fica comigo.”

Bom, esta resenha não é comprida. A partir daqui vou separá-la por pontos positivos e negativos da história. Eu começarei a fazer minhas resenhas assim, mas tome cuidado, pois sempre a partir daqui terá um aviso de spoilers. Então não briguem comigo se eu soltei o verbo aqui e vocês decidiram avançar. Bele?

AVISO: CONTÉM SPOILERS

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O que eu mais gostei nesta história foi o título. Eu sou uma viciada em anjos e coleciono tudo sobre anjos, desde livros, até penas de ganso que imitem ou lembrem dos anjos. Então o título e a capa serviram de grande ajuda, foi o meu início, eu sempre quis ler essa série e tive a oportunidade quando fui trocar livros no sebo. Ele estava ali pra mim, foi o primeiro que vi e não pensei duas vezes.
Segundo que me vi muito em Ivy por sua crença nos anjos, por que, segundo ela, foi salva de morrer afogada por um anjo. Ela o descreve com amor e beleza e narra o fato. Aos poucos ela é ajudada por Tristan a combater o seu medo. Ele se aproxima dela de maneiras diversas e impensáveis, sendo adotando a gata dela ou a salvando de cair do trampolim na piscina. Ele é o herói de Ivy durante toda a história. Quem não se apaixonaria desse jeito?

“Lá em baixo, a piscina parecia dançar, coberta por uma névoa. Tentou se concentrar no trampolim. Não conseguia. Era como se a água viesse na sua direção, pronta para engoli-la. Depois recuava, voltando para baixo. Ivy cambaleou. Uma perna foi ao chão.

-Oh! -ouviu-se nas arquibancadas.

A outra perna foi ao chão, saindo do trampolim. Ivy agarrou-se com o desespero de um gato. Estava pendurada, metade no trampolim, metade fora -Alguém a ajude! -gritou Suzanne.
Anjos das águas, rezou Ivy silenciosamente. Anjos das águas, não me deixem cair. Você me ajudou uma vez. Por favor, anjo…
Então ivy sentiu seus braços tremerem com o movimento do trampolim. Suas mãos estavam úmidas e escorregadias. Solte, disse a si mesma. Confie em seu anjo. Seu anjo não vai deixar você se afogar. Anjos das águas, rezou pela terceira vez, mas seus braços não soltavam. O trampolim continuou a vibrar. Suas mãos estavam escorregadias e começavam a soltar.

-Ivy.

Virou o rosto ao ouvir a voz, batendo a bochecha no trampolim. Tristan tinha subido a escada e estava do outro lado do trampolim. -Vai dar tudo certo, Ivy.”

Outro ponto positivo é o mistério que se instala na história. A morte da mãe de Gregory, irmão postiço de Ivy, e a sabotagem que é feita no carro de Tristan, o que o leva a morte e deixa Ivy levemente ferida. Galere, Tristan morre no final (chora 😦 ) e antes de que ele monte o raciocínio de que foi sabotado, eu já estava farejando isso, e eu estou louca pra ler a continuação por que tenho minhas suspeitas de quem pode ter sido. E, além de morto e invisível aos olhos de Ivy, que não acredita mais nos anjos, ele é ajudado por uma atriz famosa que havia morrido no passado. Ela é cômica, o humor dela é negro e eu quero ver essa personagem se desenvolver, na verdade, eu acredito no desenvolvimento dela nos próximos volumes e no de Tristan com a ajuda dela.

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Bom, não precisa ser exímio pra saber o que me desagradou nesse livro. E sim, eu falo da morte de Tristan, embora eu já esperasse que fosse acontecer, mas não da forma descrita no livro, o que ficou, realmente, cara de caô. Eu odiei o sofrimento de Ivy, que se enlutou e se torturou, quebrou todas as estatuas de anjos, nem quis mais acreditar nos anjos que a vida toda ela pensou estarem com ela.
Essa sem dúvida foi a parte que menos gostei do livro, mas que achei necessária para ter uma continuação, para que a história se desenvolva de um jeito que nos agrade.
Também detestei o casamento da mãe de Ivy com o pai de Gregory, achei uma bosta, literalmente, por que odiei o Gregory e acho que ele pode ter muito a ver com a sabotagem do carro de Tristan, pelo menos ele e os amigos, ou algum amigo próximo dele que não gostava do nosso herói, e também por que acho que ele vai se aproveitar muito de Ivy. Isso, na verdade, é bem presente no começo do livro, antes de Ivy namorar com Tristan, ele a provocava e no dia do casamento chegou a beijar Ivy na boca. Então, eu definitivamente não gosto de Gregory, mas posso estar errada, certo?

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Bom amores, chegamos ao fim de mais uma resenha, eu espero que tenham gostado, embora, bem curtinha e vocês sabem que eu adoro falar, interagir com vocês. Eu espero que vocês leiam ou considerem com carinho essa recomendação de leitura. Beijos pra quem chegou até aqui, e se você já leu, comenta nos comentários o que achou, quais foram seus pontos negativos e positivos acerca da história ❤

Resenha – House of Cards

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Vendo esse título e essa imagem acima você deve estar se pensando: “você fez uma resenha da série House of Cards??”. Não meu amigo, devo te informar que a tão aclamada série foi baseada no livro de Michael Dobbs que leva o mesmo nome. E vai por mim, não tenho muito tempo para assistir a uma série e por esse motivo resolvi ler o livro e valeu muito a pena.

Ao decorrer da minha leitura, eu debatia com um amigo, que já tinha visto a série, sobre os pontos diferentes de cada meio, e o ponto mais importante é que o House of Cards, a série, se passa nos EUA, já no livro a trama acontece na Inglaterra. Aí meus amigos, a confusão já está armada, pois a política de cada país é diferente: na Inglaterra não temos um presidente, mas sim um primeiro-ministro.

Nas duas tramas temos o mesmo protagonista Frank Urquhart. Ele é o tipo de cara sério, sem tempo pra nada e que passa por cima de todos para conseguir o que quer, e vai por mim, ele consegue tudo o que quer.

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O atual primeiro-ministro Henry Collingridge é obrigado a renunciar do cargo e indica alguns nomes como possíveis candidatos. Frank é um deles. O tempo todo, Frank demonstra não querer o cargo e até se torna o braço direito de Henry para ajudá-lo a voltar. Todos os jornais destacam os acontecimentos políticos durante toda a campanha (de forma manipulada, o que ajuda muito Frank, por isso é bom ter networking).

O que mais me surpreendeu foi como acaba o livro. É uma daquelas situações em que você espera algo totalmente plausível, como são todos os finais de livro, mas Michael Dobbs foge de toda a mesmice e transforma o final.

Ficha técnica

House of Cards

Autor: Michael Dobbs

Editora: Saraiva

Ano: 2014

336 páginas

Resenha – Morte Súbita

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Finalmente eu li, efetivamente, um livro de J.K. Rowling. Não me julguem: eu não li Harry Potter, apenas assisti aos filmes. Mas já prometi que vou ler em breve. Enfim, Morte Súbita, é o primeiro livro que leio com o nome de J.K., apesar de ter lido seus outros três livros sob o pseudônimo de Robert Galbraith (que tem resenha aqui também!). Bom, se eu adorei esses livros, sabia que Morte Súbita não seria diferente. Lembrando que daqui pra baixo tem spoilers e o risco é todo seu! 

Por mais de 500 páginas, eu conheci o pequeno povo de Pagford (e adjacências). Eu diria que essa pequena cidade tem todos os requisitos para um lugar aconchegante, pequeno, que algumas pessoas odeiam mas que as que vivem ali há décadas defendem com unhas e dentes. J.K. consegue mostrar isso com maestria. Ela te introduz na pequena comunidade como se você morasse lá e fosse um observador de toda aquela história que se baseia, no que muitos descrevem, e eu concordo plenamente, em um protagonista ausente: Barry Fairbrother.

Sim, é um grande spoiler, mas, vivo, Fairbrother só aparece nas primeiras páginas. Todas as demais vezes em que ele é mencionado, é apenas a memória do falecido que desencadeia tantas coisa que ao final da leitura, você fica sem fôlego. Eu me senti assim.

Deixe-me caracterizar um pouco os residentes de Pagford (e adjacências): tem os fofoqueiros de plantão, os amantes, os forasteiros, adolescentes pirracentos, pessoas em busca de poder e, um dos pontos principais da trama, os dependentes químicos, Você pode ver a partir disso que Morte Súbita trata de assuntos tão relevantes como o uso das drogas, o preconceito, a infidelidade, entre outros temas.

O fato é que todas essas páginas passam rapidamente enquanto você se envolve na história dos residentes da cidade, tudo, sempre, em consequência à morte de Fairbrother. Quando eu vi a descrição de que esse livro tinha um protagonista ausente, fiquei curioso e me surpreendi como J.K. conseguiu conduzir a história diante desse fato. E não são só as histórias, mas há uma certa filosofia em cada uma dessas pessoas e eu acho que isso, muitas vezes, reflete no que nós pensamos.

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Um pequeno spoiler para, quem sabe, te instigar a ler esse livro: o distrito de Pagford não tem uma prefeitura. Tem um conselho formado por pessoas que tomam as decisões pela cidade. Fairbrother tinha uma cadeira no conselho, e era um dos principais conselheiros, com opinião forte e, com toda certeza, conseguia obter votos a favor de algo que, para ele, era em benefício da cidade. Pois bem, eis que ele morre e sua cadeira fica livre para alguém ocupar. É a partir daí que surge toda a trama: quem substituirá Fairbrother, já que a escolha é primordial para uma decisão que abalaria toda a cidade.

É como uma guerra, ou duas ideologias: a direita e a esquerda. Um lado tem uma opinião contundente sobre o que deve ser feito com a clínica de reabilitação e a permanência de um bairro que, na verdade, é marcado por dependentes químicos. O outro lado defende a permanência dessas pessoas, o apoio a elas já que, para eles, o trabalho tem gerado resultados. Essa é a mesma opinião de Fairbrother e a escolha de seu sucessor depende de tudo isso.

Qual lado ganha? Posso te garantir que até descobrirmos tudo isso, já estaremos tão envolvidos na história que seremos, de fato, residentes de Pagford e do seu receptivo povo. Enquanto isso, recomendo essa leitura e espero que você goste. São pouco mais de 500 páginas de diversas histórias, todas ligadas à mesma pessoa e não fica cansativo nunca. Na verdade, tudo o que você quer ver é: até que ponto as pessoas vão continuar vivendo normalmente até o momento em que tudo explode? Bom, isso, você só vai descobrir lendo!

Ficha técnica

Morte Súbita (título original: The Casual Vacancy)

Autora: J.K. Rowling

Editora: Nova Fronteira

Ano: 2012

512 páginas

Feliz 2017 🎉🎉🎉

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Ano velho partindo, ano novo chegando!!

A equipe Maria Fumaça do Estação Imaginária agradece por todo o apoio que os leitores tem dado durante esse um ano em que estivemos juntos, queremos lembrar que, sem toda essa dedicação, carinho, amor, não estaríamos hoje, aqui, todos juntos.

E embora tenhamos ficado ausentes nesse meio tempo, sempre estamos aqui para receber de braços abertos a todos vocês. Que neste novo ciclo que se inicia, cada vez mais, estejamos unidos e com cada vez mais conteúdos e dicas diferenciados.

Que este ano façamos sempre o nosso melhor!!

Boa leitura aos leitores viciados como todos nós, que a sorte esteja com vocês ✌✌✌